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Da Fazer 250 à Meteor 350: Como encontrei a moto certa?

Para começar este texto sobre a minha experiência com a Meteor 350, preciso voltar ao momento em que tudo começou.

Eu já conhecia a Royal Enfield, mas, honestamente, nunca tinha dado muita atenção à marca. Em parte, porque trocar de moto não estava nos meus planos e, em outro momento, por questões financeiras.

É importante mencionar que eu tinha uma Fazer 250, ano 2007. Era uma moto que me acompanhava havia vários anos, mas que precisava de alguns reparos, como a troca das carenagens e a pintura do tanque. Diante disso, precisei tomar uma decisão: investir em uma moto cujos reparos custariam cerca de 50% ou mais do seu valor de mercado ou aproveitar a oportunidade para trocá-la.



Por conta disso, comecei a procurar outras motos. Na minha cabeça, eu continuaria com uma moto do mesmo estilo, naked. Por isso, os primeiros modelos que conheci foram a MT-03, da Yamaha, e a CB 300F Twister, da Honda.

Primeiro, fui às concessionárias e, depois, visitei algumas garagens. Nas concessionárias, sinceramente, fui tratada como qualquer pessoa: preços com ágios exorbitantes, falta de interesse real pelo cliente e, além disso, parecia que ainda faltava alguma coisa.

A partir daí, comecei a procurar os mesmos modelos em garagens. Cheguei a ver algumas MT-03 mais antigas, porém na cor preta, além de encontrar vendedores que queriam praticamente me fazer engolir outras motos, como a CB 500 Hornet.

Então, fui a uma segunda garagem, e foi quando tudo mudou.

Lá havia uma Classic 350 na cor Halcyon Black. Sinceramente, era a moto mais bonita da garagem, e eu fiquei encantada. Infelizmente, não consegui fazer um test ride porque a moto estava sem bateria.



A partir daquele momento, fiquei louca para andar em uma Classic 350. Pesquisamos e encontramos a concessionária mais próxima, que ficava em Ribeirão Preto. Entramos em contato, agendamos uma visita e fomos até lá.

Minha experiência na Royal Enfield de Ribeirão Preto

Este é um relato pessoal. Não há qualquer patrocínio envolvido, então estou apenas compartilhando a minha experiência, tudo bem?

Dito isso, foi incrível.

A equipe é muito atenciosa, e o atendimento não parece forçado. Foi uma experiência completamente diferente das anteriores.

Também achei muito interessante o movimento da concessionária. Como fomos em um sábado de manhã, o local estava lotado. Havia muitas pessoas levando suas motos para fazer revisão, outras fechando negócio e várias que, assim como eu, estavam ali para conhecer a marca.

Preciso dar os devidos créditos à Royal Enfield, porque ela está em um nível muito acima de algumas marcas já consolidadas. Todos os modelos disponíveis no site também estavam disponíveis para test ride. Todos. Tem noção?

Em meio à mistura de emoção e ansiedade de pilotar motos que eu nunca havia conduzido, ainda por cima em uma cidade diferente da minha, eu observava cada modelo. E não dá para dizer que alguma daquelas motos era feia. Todas têm personalidade própria, e acredito que seja justamente por isso que a marca tem conquistado o coração de tantos motociclistas.

Escolhi fazer o test ride na Classic 350, na Meteor 350 e na Super Meteor 650.

Quando chegou o momento do teste, o proprietário da concessionária se apresentou e explicou que guiaria o passeio. Naquele instante, ele tirou um peso enorme das minhas costas.

Quem conhece o trânsito de Ribeirão Preto sabe que ele não é dos mais tranquilos. Saber que ele seguiria à frente me permitiu concentrar toda a atenção na moto, que era exatamente o que eu queria.

Comecei o test ride na Meteor 350, enquanto ele pilotava a Super Meteor 650. No meio do percurso, trocaríamos as motos.

Quando liguei a Meteor 350, gelei. A moto de test ride estava equipada com escapamento esportivo. Que delícia!

Antes mesmo de sairmos, dei algumas aceleradas, e todo mundo que estava por perto se voltou para a moto.

Partimos. O pequeno percurso entre a concessionária e o primeiro semáforo foi suficiente para eu perceber que era aquela a moto que eu estava procurando.

Confortável, esperta, fácil de pilotar, com torque em baixa rotação e, como se tudo isso não bastasse, linda.

Deixo abaixo as fotos da moto em que fiz o test ride:


Retornamos à concessionária. Também vou deixar aqui o link para o relato da minha experiência com a Super Meteor 650.

Quando voltamos, troquei de moto e segui o test ride com a Classic 350. Deixo vocês com uma foto dela porque, sinceramente, a beleza dessa moto é absurda.


Foto: Editorial RockNGo

Ao finalizar o test ride, eu tinha certeza de que tudo o que queria era uma Meteor 350 e de que precisava dela na minha garagem.

Já faz cerca de dois meses que estou com a moto e piloto todos os dias. Saí da concessionária com o escapamento esportivo e o protetor de motor, também conhecido como mata-cachorro.

Abaixo, deixo vocês com a minha pequena. Quem conhece entende o nome: Meteor.



Dito tudo isso, me apaixonei pela Meteor 350 já no primeiro test ride e acabei me tornando fã da Royal Enfield. Recomendo a moto, inclusive, para quem busca a primeira motocicleta: ela não assusta, é confortável e fácil de pilotar. O escapamento esportivo da Customer deixou a experiência ainda mais prazerosa e deu à moto uma personalidade que combina perfeitamente com ela.

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